Tudo começou no Egito…


É no antigo Egito que vamos encontrar os primeiros testemunhos do uso de cosméticos. Os faraós tinham nas perucas coloridas formas de distinção social e consideravam a maquilagem nos olhos um ponto de destaque fundamental para evitar olhar diretamente para (deus – sol).

As misturas de metais pesados davam o tom esverdeado para impregnar e proteger as pálpebras dos nobres. Cleópatra bem representou o ideal de beleza daquele tempo.

(Kajal da Racco)

Carismática e poderosa, Cleópatra imortalizou seu tratamento de beleza banhando-se em leite, cobrindo as faces com argila e maquilando seus olhos com pó de khol (conhecemos como lápis Kajal).

Pérolas trituradas eram aplicadas no rosto para um efeito cintilante e como tratamento rejuvenescedor. Diluídas em suco de limão fazia-se máscaras faciais com o objetivo de atenuar traços de envelhecimento. Muitos dos costumes da maquiagem de hoje são de origem egípcia, como por exemplo: delinear os olhos, pintar as pálpebras, os lábios, as bochechas. Fazia parte dos hábitos de higiene ter o corpo depilado, massagear com óleos aromáticos todo o corpo, cones feitos de gordura animal com perfumes eram usados no topo da cabeça entre as perucas. Reza a lenda que Cleópatra dormia com uma touca de hematita para manter-se sempre jovem, o que faz sentido já que  a hematita estimula a corrente sanguínea.
Também uma mistura de sal cristalizado, mel e sândalo era aplicada em todo o corpo e principalmente nos seios para manter a pele jovem, os seios sempre rijos e aumentar o desejo dos amantes.

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